Entenda os Argumentos Principais do Livro "Mentiram Para Mim Sobre O Desarmamento"



Eu tenho certeza que você já participou de um debate sobre armas, nem que tenha sido só como observador. Talvez já tenha passado pela sua cabeça o que você pensa a respeito. Bem, agora não importa se você é contra ou a favor, o que importa é o que o professor Bene Barbosa escreve em seu livro.

O livro explica que o governo não faz papel de pai na população, na verdade, ele na sua maioria só se preocupa em obter poder. Não é diferente com o desarmamento, na história do Brasil por exemplo, o governo de Dom Pedro I desarmou as milícias com a mesma mentira usada hoje, mas apenas para não sofrer um golpe, o mesmo aconteceu com o governo de Getúlio Vargas, e nas ditaduras em todo o mundo, ou seja, o Estado tira as armas para que tenha poder sobre a população.


A mídia, de esquerda, ou seja, apoia um governo grande, colocam notícias tendenciosas para provocar a sensação de que o culpado das mortes dolosas são as armas e não quem as possui, isso não acontece quando um homem atropela muitas vítimas com esta intenção, ou seja, o culpa dessas mortes são das pessoas, que poderiam usar de outro artifício para fazê-lo, em mortes conjugais por exemplo na sua maioria são praticadas com armas brancas. Armas fazem assassinos, assaltantes e etc. pensarem duas vezes antes de praticar seus atos, sob julgo do efeito surpresa de saber quem está ou não portando uma arma. Isso é notado em países que adotam o armamento como será visto a seguir.

Países como a Inglaterra que antes da Segunda Guerra permitiam o posse de arma tinham níveis de criminalidades baixíssimos e decrescentes, exatamente ao contrário do que depois da Segunda Guerra quando  o desarmamento foi implantado, seus níveis de criminalidade aumentaram assustadoramente, a Inglaterra que é muito menor em território comparado aos Estados Unidos tem um nível de criminalidade oitenta vezes maior, isso acontece também no Brasil. Diferente de países que tem sua população armada como a Suíça, República tcheca e Estados Unidos, que tem níveis de criminalidade baixíssimos e que só diminuem com o passar dos anos.


O capítulo trata de números como por exemplo que mesmo antes do desarmamento vinte e três por cento das armas recolhidas das mãos de bandidos eram registradas, depois do estatuto onde o número de pessoas civis armadas diminuiu para praticamente zero esse número diminuiu grandiosamente, mas, os fuzis, pistolas e etc. diminuiu no mundo do crime? não, muito pelo contrário esse número só aumenta, atestando que essa mentira é deslavada.

As armas servem para dois objetivos, os ofensivos e os defensivos, mas as pessoas graças a mídia só conhecem o uso ofensivo, porque é mais lucrativo apresentar apenas esse. Na verdade o uso ofensivo é praticado muitas vezes por aqueles que tem porte de arma ilegal, como é explicado, o uso defensivo é muito mais eficaz, por exemplo em assaltos onde as vítimas estavam armadas, na maior parte, os assaltantes foram baleados, morreram ou fugiram e isso em quase cem por cento dos casos. Quando existem ataques em massa por exemplo, quando uma das vítimas estavam armadas, o assassino em sua maioria é morto antes que fizesse mais vítimas, se fosse ter que esperar a polícia, até em Israel que é o único país democrático que tem níveis de terrorismo altos mas a população é armada consegue ter menos violência que no Brasil ou Inglaterra. Por fim as armas foram feitas para que os mais fracos pudessem se igualar aos mais fortes, o idoso ao jovem, a mulher ao homem, o homem a perseguições, todos esses casos dão poder ao mais fraco.
 “Lincoln fez os homens livres, mas Sam Colt os fez iguais.”
Segundo os dados apresentados no livro os acidentes provocados por armas estão sempre em pequeníssima porcentagem - muito embora tais pesquisas incluam balas perdidas e etc. nas estatísticas - comparado a acidentes de trânsito, acidentes de trabalho, acidentes de bicicleta, ou até mesmo acidentes domésticos, o uso da arma é para a defesa, não podemos eliminá-las porque causam acidentes, carros causam acidentes, deveríamos deixá-lo de usá-lo por isso?. Suicídios também não podem entrar na estatística já que em quase cem por cento estes são consumados por outros métodos. Além disso o número de mortes que poderiam ser evitadas caso vítimas possuíssem armas seriam extremamente maiores do que as mortes ocorridas acidentalmente, ademas, crianças não conseguem puxar ferrolhos ou inserir cápsulas de cartucho em uma pistola, desmentindo tal afirmação.




As armas são propriedade privada e garante a vida de quem o possui, testado nenhum pode recolhê-la com tal tipo de argumento. As armas ilegais e usados em crimes não são registrados e a sua maioria é importada, então o estado só usa tal argumento para ganhar poder tirando do civil que o possui. E por mais que o possuidor pense que quem ão deve não teme, o partido momento que o governo lhe priva de um direito ele lhe priva de outros também.

Embora o capítulo utilize de vários argumentos as estatísticas por mais que tendenciosos seguem um amento irregular, porém seguem um aumento, n verdade aumenta ainda mais, pois criminaliza quem armas possuem.

Primeiramente, a dificuldade de se obter uma arma é gigantesca, isso acontece graças ao caráter discricionário da lei. Segundo a norma para possuir arma tem de se declarar necessidade de tê-la, ora as necessidades materiais cabem aquele que o quer possuir, é uma liberdade individual, também deve ser apresentadas garantias de sua idoneidade, ora, o ônus da prova cabe a quem alega, não é dever do cidadão. Além disso o porte gera grande burocracia, gastos gigantescos, o que um cidadão de baixa renda não conseguiria e ainda não ter a autorização de portar armas e tratam o direito a autodefesa como privilégio, não como direito.

E aí, gostou? Então fala para mim.